out 15 2008

Ponto crítico: Erika Klingl

Tag: Ponto críticoLeandro Fortes @ 15:21

Repórter especial do Correio Braziliense, Erika Klingl deu palestra no último sábado, dia 11 de outubro, na Escola Livre de Jornalismo, falando sobre jornalismo social. Autora de uma série de reportagens que alcançou, recentemente, grande repercussão na mídia nacional – sobre prostituição infantil em Brasília -, Erika conversou com estudantes da Livre, mostrando muito dos bastidores na produção dessas reportagens.

Deixe aqui seu comentário sobre palestra de Erika.


out 09 2008

Ponto crítico – Mara Régia

Tag: Ponto críticoOlimpio Cruz Neto @ 15:57

Apresentadora do Programa Natureza Viva, da rádio Nacional da Amazônia, Mara Régia foi a palestrante de sábado, dia 4. Tratando do rádio e sua inserção nos mais longínquos locais do país, ela deu uma aula-show, mostrando o seu sucesso como comunicadora e um exemplo de preocupação com o público.

Símbolo da militância ecológica e dos direitos da mulher no jornalismo radiofônico, Mara falou sobre seus 30 anos de experiência no rádio, sempre abordando temas delicados e urgentes, como os direitos sociais da mulher e a consciência ecológica, em um veículo tradicionalmente relegado a segundo plano pelos profissionais da comunicação. Ela mostrou muito o porque é uma das mais respeitadas e profissionais do mercado.

Sempre com muito humor e ótimo astral, Mara mostrou aos alunos muito sobre a linguagem popular, a comunicação para o homem e a mulher do Norte. Ela passou alguns “spots” de rádio, tocou músicas e revelou algumas experiências suas no rádio. Foi uma aula com resultados surpreendentes. Certamente terá repeteco no próximo semestre.

Deixe aqui seu comentário sobre a palestra de Mara.


out 04 2008

Oficina de Reportagem – 2ª Turma de 2008

Tag: AvisoOlimpio Cruz Neto @ 16:36

Estão abertas as matrículas da Escola Livre de Jornalismo para a segunda turma da Oficina de Reportagem, que irá de 13 de outubro a 5 de dezembro de 2008, das 19h às 21h, no auditório do Sindicato dos Jornalistas do DF, todas segundas e sextas-feiras. Serão 16 aulas ministradas pelos jornalistas Leandro Fortes, Olímpio Cruz Neto e Gustavo Krieger. A grade de aulas inclui técnicas de reportagem, entrevista, criação de pautas, execução e edição de matérias. As inscrições podem ser feitas na secretaria da sede do Sindicato dos Jornalistas (SIG – Q.02 – número 430 – ao lado do Correio Braziliense), das 9h às 18h.

Oficina de Reportagem da Escola Livre de Jornalismo (segunda turma/2008)

Período das aulas: 13/10 a 05/12

Horário: 19h às 21h (segundas e sextas-feiras)

Local: Auditório do Sindicato dos Jornalistas do DF
(SIG Quadra 2 -número 430, ao lado do Correio Braziliense)

Preços:
R$ 550 à vista
R$ 600 em quatro parcelas (cheques)

Telefone para contato: 3343-2251 (Vânia)


set 29 2008

Ponto crítico: Carlos Alberto Jr.

Tag: Ponto críticoLeandro Fortes @ 18:54

Correspondente da TV Brasil em Angola, o jornalista Carlos Alberto Jr. foi o palestrante de sábado, 27 de setembro, e relatou suas experiências naquele país, onde trabalha e vive há três meses.

Aproveite e deixe aqui a sua opinião sobre a palestra dele.


set 29 2008

Ponto crítico: Gustavo Krieger

Tag: Ponto críticoOlimpio Cruz Neto @ 18:52

O jornalista Gustavo Krieger, repórter especial e colunista do Correio Braziliense, além de coordenador da Escola Livre de Jornalismo, falou sobre a cobertura de política no país. Apontado como um dos mais experientes profissionais da imprensa, especializado em Congresso Nacional e governo federal, Krieger mostrou aos participantes da ELJ um pouco dos bastidores da cobertura de poder.

Deixe aqui seu comentário sobre a palestra de Krieger.


set 23 2008

Carlos Alberto Jr. dá palestra em 27 de setembro

Tag: Aviso, ProgramaçãoOlimpio Cruz Neto @ 13:04

O jornalista Carlos Alberto Jr., correspondente da TV Brasil em Angola, será o nosso convidado para a palestra de sábado, 27. Ele substitui Luís Nassif, que teve problemas de agenda e cuja palestra será adiada para o final de outubro.

Carlos Alberto está morando no continente africano há três meses. Ele vai falar a todos na Escola Livre de Jornalismo sobre sua experiência em Luanda, a capital de Angola, as observações e o olhar de um jornalista estrangeiro em terra estranhas.

Repórter experiente pelas redações de jornais em São Paulo, Rio e Brasília, Carlos Alberto estava trabalhando como coordenador de política no Correio Braziliense. Desde que assumiu a posição de correspondente, mantém há alguns meses um blog sobre sua nova experiência.

Aqui, alguns dos textos do blog do jornalista, muito bem escritos e que mostram o bom humor pelo olhar arguto do repórter.

Luanda, dia 3.
Confiança, chefe, confiança
Fator estrangeiro = 500 kwanzas


set 17 2008

Ponto crítico – Cristiano Romero

Tag: Ponto críticoOlimpio Cruz Neto @ 23:13

Cristiano Romero, repórter e colunista do Valor EconômicoColunista e repórter especial do jornal Valor Econômico, o jornalista Cristiano Romero conduziu sua palestra no sábado, dia 13, tratando de um tema que geralmente é considerado árido, mesmo pelos profissionais de imprensa: economia.

Uma aula e tanto sobre a história recente da política econômica no Brasil, seus desdobramentos, contexto e muita informação sobre a cobertura jornalística dessa área nos últimos 30 anos. Cristiano é um repórter experiente e que conhece muito dos bastidores do poder, cobrindo política e economia em Brasília há 18 anos.

Com passagens pelo Jornal do Brasil – em Brasília e no Rio – e responsável por significativos furos de reportagem no Valor, onde está desde sua criação pelos grupos Folha e Globo, Cristiano foi correspondente durante três anos e meio do jornal em Washington (EUA), tendo atuado como comentarista da GloboNews.

Ele abriu sua palestra pintando um retrato da economia brasileira desde os anos 70 – os chamados anos do “milagre econômico” do regime militar -, o desenvolvimento do mercado de capitais no país, passando pela crise do petróleo até o início do pesadelo inflacionário nos anos 80.

O veterano repórter foi detalhista ao apontar como os planos econômicos que se sucederam ao longo das décadas de 80 e 90 mexeram com o imaginário brasileiro e foram responsáveis pelo “boom” da imprensa especializada. Até chegar aos anos de estabilização, em 1994, ele ilustrou como o jornalismo econômico foi se desenvolvendo, mudando o perfil dos profissionais do setor.

A aula acabou extrapolando o horário habitual das palestras. Mas valeu. E muito.

Deixe seu comentário sobre a palestra-show de Cristiano.


set 08 2008

Ponto crítico: Daniela Pinheiro

Tag: Ponto críticoOlimpio Cruz Neto @ 16:06

Uma das mais talentosas repórteres do país, Daniela Pinheiro fez palestra no último sábado, 6 de setembro, sobre o chamado jornalismo de revista. Formada pela Universidade de Brasília, ela é repórter da revista Piauí, autora de algumas reportagens de grande repercussão, como o perfil do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, retratado na matéria “O Consultor”, publicado na edição de janeiro de 2008.

Ex-repórter da Folha, com passagem de dez anos pela redação da revista Veja – nas sucursais de Brasília e Rio, além da sede, em São Paulo – Daniela falou sobre sua experiência profissional, o rito de passagem de redação de jornal para revista e sobre a arte da entrevista, além de métodos de observação e trabalho para o exercício da profissão.

Ela também discutiu com os alunos da Escola Livre de Jornalismo sobre o estilo de texto no jornalismo narrativo, em que o lead tradicional deixa de ser perseguido para dar vez a uma maneira original, criativa diferenciada de retratar os fatos do dia-a-dia.

Deixe um comentário com sua opinião sobre a palestra de Daniela.


set 08 2008

Os textos de Daniela Pinheiro

Tag: NotíciaOlimpio Cruz Neto @ 14:30

Seguem os quatro textos escritos pela jornalista Daniela Pinheiro, publicadas na revista Piauí e que foram tema central de sua palestra, em 6 de setembro.

Todos os textos estão em PDF.

Como se jogar na balada

O consultor

Cópia+imita+plagia=roupa nova

O amante do Mossad


set 05 2008

Marcelo Canellas premiado por García Marquez

Tag: NotíciaOlimpio Cruz Neto @ 11:19

A Fundação Novo Jornalismo Ibero-americano entregou na última quarta-feira em Monterey, no México, prêmios a uma dezena de jornalistas que se destacaram na imprensa pelo trabalho de excelência. Entre os premiados, alguns brasileiros, como o repórter Marcelo Canellas, da Rede Globo, e a editora Benira Maia, de JC Online. Canellas foi laureado pelo mestre Gabriel García Marquez, um dos idealizadores da fundação. O prêmio foi dado pela série de reportagens sobre a Terra do Meio, veiculadas pela Globo há poucos meses.

O repórter, que abriu o ciclo de palestras da Escola Livre de Jornalismo em agosto e exibiu, inclusive, algumas dessas reportagens veiculadas no Bom Dia, Brasil, foi premiado junto com outros profissionais envolvidos na série sobre a Terra do Meio: Luiz Quilião, Fátima Baptista, Paulo Ferreira e Daniel Targueta.

Gabriel García Marquez fez algumas reflexões sobre o modelo de imprensa desenhado neste início de século, lamentando que poucas vezes se dá espaço para o bom jornalismo. Laureado com o Prêmio Nobel de Literatura, autor de algumas das mais belas obras literárias do século 20, como Cem anos de solidão Gabo declarou que “sofre como um cachorro” por causa do jornalismo mal feito e mal escrito. Ele lamentou que, infelizmente, nos dias de hoje, a informação tem sido relegada a segundo plano e “foi derrotada” pelo poder e as grandes corporações.

Segundo reportagem publicada no El País, de 3 de setembro, o escritor disse que ainda leva na alma o jornalismo, apontando que a profissão ainda é a mais bela. Mas, desabafou: quando a cada manhã lê os jornais não o faz para ver o que dizem, mas para “ver o mal que disseram ou o bem que disseram”. “Cada manhã é um desastre e sofro como um cachorro. Encontro poucas reportagens que podem ser consideradas jóias e quando consigo, penso: Quem será esse caro”, comentou.

“Tenho a impressão de que aos jornalistas não é dado tempo para nada. Leio os jornais e acredito que não lhes deram tempo, fecharam (a edição) antes do tempo”, disse. Para Gabo, o jornal impresso é o que verdadeiramente sai da alma, porque o resto são máquinas, aparelhos, mas antes existia a vantagem de que o jornal era mais difícil de fazer e as máquinas não funcionavam tão rápido, porque havia tempo para fazer as coisas mais devagar”.


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