Quem somos
A idéia é simples. Oferecer a estudantes e jornalistas recém-formados a chance de debater e aprender jornalismo com profissionais experientes e premiados. A cada semestre, uma turma de renomados jornalistas estará reunida com universitários, aos sábados pela manhã, no auditório do Sigma, na Asa Norte, para falar sobre a profissão, numa conversa franca e aberta. Em pauta, conceitos e segredos do jornalismo, dificuldades do mercado de trabalho e muitas histórias de redação.
Diretores da Escola Livre de Jornalismo
- Leandro Fortes – Repórter da revista CartaCapital em Brasília, trabalhou no Jornal do Brasil, Zero Hora, O Globo, Correio Braziliense, Estado de S.Paulo, Época e TV Globo. Também foi chefe da Agência Brasil, da Radiobrás, e comentarista da Voz do Brasil, da Rádio Nacional de Brasília. É autor dos livros “Jornalismo Investigativo”, “Cayman: o dossiê do medo” e “Fragmentos da Grande Guerra”. Sua mais recente obra é “Os segredos das redações – O que os jornalistas só descobrem no dia-a-dia“. É criador do curso de jornalismo on line do Senac-DF e professor de jornalismo no Iesb.
- Gustavo Krieger – Repórter especial e colunista do Correio Braziliense, passou pelas redações dos jornais Zero Hora e Folha de S.Paulo. Foi repórter da TV Globo e Rede Record e dirigiu as sucursais de Brasília do Jornal do Brasil e da revista Época, além de ter sido diretor de jornalismo da Radiobrás. Ganhou os prêmios “Barbosa Lima Sobrinho” (Embratel) e o concedido pelo Instituto Prensa y Sociedad pela melhor reportagem sobre corrupção publicada na América Latina. É autor dos livros “Todos os sócios do presidente” e “Os donos do Congresso”, ambos vencedores do prêmio Jabuti. É professor de jornalismo no Iesb.
- Olímpio Cruz Neto – Assessor de imprensa e professor de jornalismo no Iesb, é um estudioso do fenômeno do rock’n’roll de Brasília, colaborando para o site Senhor F e a revista Rolling Stone Brasil. Foi repórter da Folha de S. Paulo, O Globo, Zero Hora, Jornal do Brasil e Correio Braziliense, tendo sido vencedor do Grande Prêmio Folha de Jornalismo 1995 e do Prêmio CNT de Jornalismo 2001. Trabalhou como assessor de imprensa nos três poderes da administração pública: Tribunal Superior Eleitoral, Superior Tribunal de Justiça, Senado Federal e órgãos do governo federal.

15 agosto, 2008 - 14:07
[...] essa situação que, pelo que vi, atinge a estudantes de jornalismo de outras partes do País. Dois jornalistas de Brasília decidiram criar a Escola Livre de Jornalismo, e reunir gente que realmente trabalha em [...]